O levantamento é do IBPT, o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, e a causa é a quantidade de regras: são dezenas de milhares de normas, e na maioria das empresas a guia deste ano repete a do ano passado. A DCS revisa regime, categoria, produtos e a retirada dos sócios da sua empresa, devolve o que a lei permite recuperar dos últimos 5 anos e, se você quiser, assume também o seu financeiro do dia a dia.
Na conversa, alguém da equipe da DCS entende como a sua empresa fatura, o que ela vende e como os sócios tiram dinheiro dela. Você sai sabendo se está no regime mais barato, quanto pode ter pago a mais nos últimos 5 anos e o que muda com a reforma tributária no seu caso.
Simples, Presumido e Real lado a lado com o seu faturamento, a sua folha e a sua atividade, pra mostrar em qual deles a conta fecha menor.
Produto com imposto já pago na fábrica, venda com substituição tributária, Fator R e folha: o que existir no seu caso aparece listado, com o valor recuperável dos últimos 5 anos.
Quanto sai por pró-labore e quanto por lucro, com a papelada que sustenta cada um, e onde o controle do caixa está escapando hoje.
Imposto pago a mais chega com cara de guia normal, todo mês, no mesmo valor de sempre. Por isso ele dura anos: nada no dia a dia da empresa avisa que a conta está errada.
O IBPT levantou que 95 de cada 100 empresas brasileiras pagam mais imposto do que deviam. Não se trata de fraude nem de descuido do dono: com dezenas de milhares de regras mudando o tempo todo, a guia que ninguém revisa tende a sair maior do que precisava.
Cosmético, remédio, bebida fria e autopeça têm PIS e COFINS recolhidos uma vez só, na indústria. Na revenda a alíquota é zero, mas a guia do Simples não separa isso sozinha: sem segregar essas vendas, a loja paga o mesmo imposto pela segunda vez, todo mês. Nas farmácias do Simples, estima-se que 95% caem nesse erro.
Pró-labore paga INSS e imposto de renda na tabela cheia; a distribuição de lucro, pra quase toda empresa pequena e média, é isenta. Quem se paga só por pró-labore alto deixa dezenas de milhares por ano com o governo, e quem saca lucro sem escrituração por trás corre o risco de ver a Receita tratar a retirada como salário, com multa no CPF.
A escolha entre Simples, Presumido e Real vale pro ano inteiro, e a comparação precisa estar pronta antes da virada. Prestador de serviço faturando R$ 1,2 milhão por ano no regime que não é o dele costuma deixar de R$ 24 mil a R$ 60 mil por ano na mesa, e o erro se repete a cada janeiro em que ninguém refaz a conta.
Regime, anexo e Fator R revistos com o seu número, pra empresa pagar na regra mais barata que a lei permite.
O que foi pago a mais nos últimos 5 anos pedido de volta à Receita com correção pela Selic, num procedimento administrativo, sem processo.
Pró-labore no valor que se sustenta e o restante como lucro isento, com a escrituração que segura uma fiscalização.
Três prazos que andam sozinhos, com ou sem alguém acompanhando a sua empresa. Quem se posiciona antes escolhe; quem atravessa no automático descobre cada mudança pela guia.
Este é o ano-teste da CBS e do IBS: as notas, inclusive as do Simples, já precisam sair com os impostos novos destacados. Emissor que não se adapta trava a nota, e as escolhas feitas agora definem como a empresa recolhe em 2027.
Com o split payment, o imposto passa a ser separado no momento do pagamento. Empresa que fatura R$ 200 mil por mês perde, na prática, uns R$ 26 mil de capital de giro que hoje fica no caixa até o vencimento da guia.
A lei dá 5 anos pra pedir de volta o imposto pago a mais. A janela anda junto com o calendário: a cada mês sem revisão, o mês mais antigo sai do alcance e o dinheiro fica com o governo de vez.
BPO quer dizer terceirização de processo. No financeiro, significa que tudo o que entra e sai da conta da empresa passa a ser lançado, pago, cobrado e conciliado pela equipe da DCS, a mesma que cuida da sua contabilidade, e o que chega até você é o número pronto.
BPO Financeiro
lança, paga, cobra e concilia
Aperta o botão e veja o que muda quando alguém concilia cada linha da conta da sua empresa.
Contas pagas no vencimento, notas emitidas e cada recebimento lançado no lugar certo.
Extrato batido linha a linha, contas a receber conferido e atraso cobrado enquanto ainda é fácil receber.
Quanto entrou, quanto saiu, quanto sobrou e o que vem pela frente no caixa, num relatório só.
Com o financeiro operado pela DCS, cada tela abaixo tem dado de verdade dentro, porque alguém alimenta todos os dias, e o imposto que aparece no relatório é o mesmo que a contabilidade conferiu.
Cada linha do extrato batida com um lançamento: pagamento com comprovante, recebimento com nota e nenhum pix sem dono.
Quem está devendo, há quanto tempo e o que já foi cobrado, conferido toda semana.
O caminho de cada real do faturamento até o que fica, sem chute e batendo com o banco.
Receita e custo separados por linha pra mostrar qual delas paga as contas e qual só ocupa estoque.
Sem login novo pra decorar: o resumo do mês vem pela mesma conversa em que você fala com a equipe da DCS.
Com contas a pagar e a receber em dia, o relatório mostra quantos meses de despesa o caixa aguenta e o que vence pela frente, pra você decidir se é hora de investir, contratar ou segurar.
Loja, restaurante e prestador de serviço pagam impostos diferentes e erram em lugares diferentes. O trabalho da DCS começa entendendo qual é o seu.
Loja, farmácia, autopeças, mercado, bar e restaurante: quem revende produto.
Agência, escritório, clínica de estética, consultoria: quem vende hora de equipe.
Presumido ou Real, mais de uma unidade, decisão grande no horizonte.
A DCS nasceu de dois contadores formados na Universidade de Brasília e tem 8 anos de mercado, com mais de 200 clientes no Brasil inteiro. Contabilidade e financeiro ficam com a mesma equipe, então o número do relatório é o mesmo que vai pro balanço e pro imposto, sem planilha passando de mão em mão.
Os dois sócios são peritos contábeis: o mesmo olhar que o Judiciário contrata pra dizer se as contas de uma empresa estão certas é o olhar que acompanha as suas.
Atendimento direto no WhatsApp, com gente de verdade do outro lado. Nada de robô, nada de protocolo, nada de fila de chamado.
8 anos de mercado contábil, 5 deles em contabilidade de seguradoras, um dos setores mais regulados do país. Especialista em implementação de normas contábeis pra empresas de todo porte.
Mais de 10 anos de experiência, com passagem pelo setor financeiro do Itamaraty. Como perito e auditor, avalia se a contabilidade dos outros está correta. A sua passa pelo mesmo crivo.
“Eu nem sabia que perfume e maquiagem tinham imposto pago na fábrica. Separaram as vendas na guia, o DAS caiu já no mês seguinte e ainda entrou o pedido dos últimos anos.”
“Cerveja e refrigerante são metade do meu faturamento, e eu pagava imposto em cima disso como se fosse prato. A revisão mostrou o valor mês a mês, com a lei do lado.”
“O Fator R passou a ser conferido todo mês e a empresa saiu do anexo mais caro. Ajustaram o pró-labore junto e a conta fechou melhor pros dois sócios.”
“A comparação entre Presumido e Real chegou em novembro, com tempo de decidir. Em janeiro a gente trocou de regime sabendo exatamente quanto ia pagar.”
“Eu fechava a agenda às sete e às nove da noite estava conferindo pix no banco. Hoje abro o relatório do mês e sei quanto sobrou sem ter lançado uma conta sequer.”
“Eu me pagava tudo por pró-labore e entregava uma fatia enorme em INSS e imposto de renda. Remontaram a retirada com a escrituração por trás e hoje sei o que é meu e o que é da empresa.”
É. Alguém da equipe da DCS entende o seu caso, compara os regimes com o seu número e mostra o que existe pra recuperar. Você sai com o diagnóstico na mão, contratando a DCS ou não.
O pedido de restituição é um direito previsto em lei, com sistema próprio da Receita pra isso, e não depende de processo nem de advogado. O que dá problema é pedir sem base. Por isso a DCS só pede o que está documentado, produto por produto e mês a mês.
Tem bastante. No Simples, os erros mais comuns ficam na guia mensal: venda de produto monofásico ou com substituição tributária sem separar, anexo errado por causa do Fator R e atividade cadastrada na categoria mais cara. A análise mostra quais deles existem no seu caso.
A DCS cuida da passagem: pede os arquivos ao escritório atual, confere o histórico e assume as obrigações sem a empresa deixar de emitir nota ou pagar guia. Você assina e acompanha.
Não. A contabilidade funciona sozinha, e o BPO é opcional pra quem quer tirar o financeiro do dia a dia das costas. Quando os dois ficam na DCS, o número do relatório financeiro é o mesmo que vai pro imposto e pro balanço.
Atendem. A DCS tem clientes no Brasil inteiro e fora dele, com atendimento direto pelo WhatsApp. O escritório fica em Brasília, e o trabalho chega até você onde a sua empresa estiver.